"O oposto do amor não é o ódio, é a indiferença. O oposto da arte não é a feiúra, é a indiferença. O oposto da fé não é a heresia, é a indiferença. E o oposto da vida não é a morte, é a indiferença"
Elie Wiesel
E eu digo:
E de indiferença em indiferença, constrói-se o fim de algumas relações. A indiferença é egoista, não vê o outro, e, se o seu status quo está perfeito, dane-se os que os rodeiam. Indiferença para as necessidades físicas do outro, para as necessidades emocionais, para os pedidos de ajuda e verdade nas palavras. Indiferença para tratar com elegância aquilo que não queremos mais. Não há generosidade na indiferença, por óbvio. É apenas a gélida indiferença que toma a dianteira e tenta se travestir de outras coisas, mas nunca será. Será apenas a indiferença. Reconheça-a, imediatamente, e aprenda a lição: não a acolha. Rejeite!
Rodeie-se de pessoas interessadas na sua vida, nas suas emoções e problemas, de pessoas dispostas as concorrer para que as coisas dêem certo e ganhemos, todos, um tantinho de felicidade. Rodeie-se de pessoas que costumam querer saber da tua vida, para acrescentar uma cor nova, um som novo, um sorriso, um abraço que acolhe, quem sabe até, um novo brilho no olhar.
